Conheça A Garota que Existiu Dentro de um Mistério

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O curta “A garota que existiu dentro de um mistério” realiza financiamento coletivo para finalizar a obra, ajude!

 
Alice mora em um pequeno apartamento com poucos móveis.

Ela não se dá bem com as pessoas e por isso a única pessoa que tem uma relação próxima com ela é a Nádia, uma estudante de arquitetura que é o oposto de Alice.

Nádia é determinada, desinibida, narcisista e dominadora.

Já Alice é reservada, retraída, dependente da presença da amiga e presa a um passado que entrevê uma relação abusiva.

No trabalho, Alice é constante questionada por Val sobre Nádia, que quer a todo custo criar laços com Alice

O jeito espontâneo de Val assusta e irrita Alice.

Até porque Val não acredita na existência de Nádia (pensa ser um Subterfúgio de Alice para evitar a aproximação das pessoas).

A dúvida levantada por Val provoca na frágil Alice uma terrível desconfiança:

A garota com a qual acredita dividir seu apartamento realmente existe?

E aí, quer saber o final desse mistério?

Todo esse enredo é parte do curta-metragem brasileiro “A garota que existiu dentro de um mistério”, que está realizando um financiamento coletivo, até o dia 28 de agosto, no Catarse.

A campanha tem o custear a finalização do curta, com foco no melhoramento técnico constante.

“A garota que existiu dentro de um mistério” é a sexta produção do coletivo audiovisual Miraluz Films (Cuiabá – MT), que teve seus primeiros filmes lançados em 2015.

São eles: “Primeira Morte de Pedro”, “Se acaso a tempestade fosse nossa amiga, eu me casaria com você” e “Risos na Madrugada”.

Além disso possui mais duas obras em pós-produção: “Alheio” e “Aquilo que me olha”,

“A garota que existiu dentro de um mistério” foi gravado em junho de 2016 e tem previsão de lançamento para setembro deste ano.

Clique aqui para ajudar a finalizar esse filme e assim podermos assisti-lo, afinal para ser muito bom.

Veja o seu trailer:

Imagens Facebook: A garota que existiu dentro de um mistério.
 


 

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  • Detetive Cômico

    Nunca sei até que ponto, a retratação de um relacionamento abusivo entre duas mulheres pode ajudar a causa ou piorar

    • Detetive,

      Eu acredito que por intermédio da arte, nesse caso, do cinema a gente pode olhar para esse tema com um olhar mais reflexivo sem pensar se ajuda ou piora a causa, sabe… Mas sim que isso existe e o que podemos fazer para mudar esse cenário.
      Esse é o papel lindo das artes, impactar para gerar questionamentos e ações.

      Ah… Obrigada pelo comentário.

      Até mais,
      Maira.