E se @ Pró[email protected] James Bond fosse uma Mulher?

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Já pensou na real possibilidade se James Bond fosse uma Mulher? Pois é, talvez isso pode acontecer!

James Bond é um clássico do cinema. Isso é inegável!

Aliás, não só um clássico do cinema como o estereótipo do filme perfeito para o macho alfa que, cada dia mais, desaponta nas redes sociais batendo no peito e bradando o seu machismo latente.

Porém há algumas possíveis novidades que, quem sabe, podem mostrar que esse legado do James Bond masculino está por um fio.

Será mesmo?

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Antes de tudo, apesar do começo do texto ter uma pegada feminista, minha intenção aqui não é transformá-lo em uma briga entre gêneros, mas sim analisar a situação por um outro viés.

Então vamos nessa!

Sabemos que o ator Daniel Craig, que interpretou James Bond quatro vezes, já rejeitou a possibilidade de fazer mais um filme da franquia.

Além disso, o espião mais conhecido do cinema está mudando de patrão.

A MGM e a Sony são hoje as proprietárias da franquia. Mas, segundo Variety, a MGM está negociando a ida de James para a Warner Brothers.

Aliás, a Warner já disse, ano passado, que vai investir pesado em franquias em 2017.

Para quem não sabe, a Warner Brothers é a proprietária da DC Entertainment (DC Comics, DC Films e suas derivadas), que conta também com a Disney Company, desde 2012.

Em uma análise rápida, em um momento em que a Disney apresenta, pela primeira vez, um ‘selinho’ gay em um dos seus desenhos, será que a mãe do Mickey Mouse conseguirá convencer a sua parceria, caso realmente Bond vá para a Warner, a colocar uma mulher no papel principal do famoso espião do cinema?

Na minha concepção…

Tudo é possível.

Por que não?

Portanto, está aberta (até a data da publicação deste conteúdo), a possibilidade de, pela primeira vez, o personagem ser interpretado por uma mulher.

Quem sabe, não é?

Há rumores de que Bond retornará aos estúdios em 2018 e, atualmente, a fase é de busca por alguém para interpretar o papel do espião-charmoso-todo-poderoso.

Enquanto isso, os fãs da atriz Gillian Anderson começaram uma possível campanha para indicá-la ao papel.

E, se isso acontecer, realmente será a primeira vez que uma mulher ocuparia o cargo tão “desejável”.

A atriz adorou a ideia e compartilhou a arte feita pelos seus fãs, em que sua imagem estampa o cartaz de um possível filme da franquia como ela como protagonista.

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No seriado The Fall, Gillian Anderson é a protagonista com o papel de uma policial que investiga vários assassinatos em Belfast (Irlanda do Norte).

Ah, é importante lembrar que há uma cena espetacular, em que a personagem de Gillian chega em um hotel e beija outra personagem.

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Voltando ao assunto do James Bond…

Nos últimos meses, há poucos filmes na telona em que uma mulher é a protagonista e super-heroína, principalmente no cinema de ação.

Gillian Anderson é uma excelente atriz, além de ter todos os requisitos (aqui, não estou colocando a minha opinião, mas só constatando algo diante do que a franquia tem como ‘padrão – o que não significa se é bom ou ruim) para o papel (inteligente, encantadora, bonita e queridinha do público), ou seja, ela é uma boa escolha para um papel que emana o estereótipo de poder e de mito social.

A questão é que precisamos enxergar além disso.

Não só é designar uma mulher talentosa, inteligente e charmosa para um papel que até hoje foi destinado aos homens.

Pelo menos. diante do meu ponto de vista.

Acredito também que milhares de meninas, mulheres e moças, assim como meninos, homens e moços gostariam de vê-la nesse papel – além do que isso iria gerar uma boa mídia e repercussão sobre ‘tamanha ousadia’ da franquia de James Bond.

Não penso que trocar os gêneros seja a solução para tudo isso.

Mas sim que James Bond, se um dia for interpretado por uma mulher, simbolize uma abertura da indústria para que mulheres cisgêneras, transsexuais e transgêneras obtenham o papel de, por exemplo, uma pilota de avião em um filme de ação ou representem uma detetive em um filme policial que irá estourar a bilheteria.

E, claro, também, como consequência disso, que sejamos incluídas e notadas como pessoas que merecem atenção por nossos talentos e desempenho e não só porque somos mulherzinhas que precisam ocupar algum espaço na indústria cinematográfica.

Em um mundo que parece que está dando dez passos para trás, sabemos hoje que, infelizmente, o mercado audiovisual (ainda) é machista, preconceituoso, homofóbico, bifóbico e transfóbico.

E, para mudar tudo isso, só precisamos de uma oportunidade.

Só nos resta perguntar: será que essa mudança começará com James Bond interpretado por uma mulher?

P.s.: Eu sei que muitas mulheres, independente do seu gênero e sexualidade, há muito já revolucionaram o mercado e mudaram o mundo do cinema.
Porém, o que eu quis destacar neste texto é que ainda precisamos romper padrões relacionados às questões de gênero em espaços ainda exclusivos, ou seja, em filmes nos quais o homem ainda é protagonista.

P.s.2: Ainda quero escrever um texto destacando mulheres LGBTs fortes, guerreiras e batalhadoras que transformaram a indústria cinematográfica em 360º.

Imagens: Google e Twitter Gillian Anderson.

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  • roberta melissa oliveira sales

    Sugeriria três nomes: Charlize Theron (de cabelos curtos), Kate Backinsale ( de cabelos curtos) ou Antje Traue ( tb de cabelos curtos kkk)