O Poder de Mudar Padrões para Revolucionar as suas Relações

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A coach Flavia Adura fala sobre os padrões que estão presentes na nossa vida e a importância de quebrá-los

Ao longo na nossa vida como lésbicas nos tornamos quebradoras de padrões “oficiais” e isso é muito bom.

Algumas de nós quebram os padrões desde pequenas, ao gostar de se divertir com atividades intituladas pela nossa sociedade como brincadeiras de “menino” ou, até mesmo, gostando de se vestir também como “meninos” (é difícil de acreditar nessas titulações, que são ridículas, até).

Lembro-me, até hoje, de uma situação na minha infância, quando o meu avô prometeu dar uma chuteira de Natal para o meu irmão e para o meu primo.

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Eu, revoltadíssima e chorando, perguntei ao meu avô porque ele também não ia me presentear com uma chuteira.

Ele respondeu, com a maior calma e simplicidade do mundo:

Eu não sabia que você também queria uma chuteira. Se este é o presente que você quer, também vou te dar.

Outras de nós quebramos padrões, um pouco mais velhas, ou até quando nos assumimos – fato que depois nos leva a fortalecer, a aprender a nos posicionar e a não aceitar mais os padrões impostos pela sociedade.

O que muitas vezes esquecemos é que existem outros tipos de padrão tão importantes a serem quebrados e que parecem invisíveis aos nossos olhos no dia-dia.

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Nós vivemos em um determinado padrão de pensamento, de atitudes, em nossos relacionamentos…

Você já se pegou perguntando:

– Caramba, que “dedo podre” eu tenho para escolher alguém!

Ou

– Só arrumo namorada ciumenta!

Ou

– Todos os chefes com quem trabalhei são horríveis!

Ou ainda, os padrões de vícios que não conseguimos largar.

Eles já estão mais do que ultrapassados e continuamos mantendo-os, dia após dia, em nossas vidas.

E por quê?

Porque quebrá-los dói e não é uma experiência divertida.

Mas, ao pensar em todos os padrões que eu já rompi na minha vida, olho para trás e não me arrependo de ter me livrado de nenhum deles.

É como dizem:

“Depois da tempestade, vem a bonança”.

Que tipo de padrão de relacionamentos, atitudes e pensamentos você ainda mantém e que estão mais do que na hora de serem quebrados?

Ao longo desses anos, ao atender por intermédio de processos de coaching, ouvi as histórias de centenas de pessoas e algo ficou muito claro para mim:

Como as histórias se repetem.

Muitas vezes, as pessoas não se dão conta que elas fazem isso consigo mesmas ao permitir que as coisas se repitam, sem fazer nada para mudar.

Eu costumava ser uma pessoa extremamente ciumenta há 10 anos.

Hoje, às vezes tenho que “fingir” um certo ciúmes para minha esposa para ela se sentir cuidada, amada e desejada.

O tipo de ciúmes positivo, claro. Só faço isso porque já entendi como ela funciona e sei que isso é importante para ela.

É tão libertador não sofrer mais por ciúmes, é tão libertador saber que me permiti escolher novos relacionamentos, colocar novos tipos de pessoas na minha vida, largar vícios que me faziam mal… Foi fácil?

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Nem um pouco, foi difícil até demais, porém, valeu a pena.

Se for para viver dentro dos padrões, que sejam os melhores possíveis – bons para você, não para os outros.

O mais legal de tudo é poder ter a chance de ser diferente a cada dia.

Imagens: Unplash.

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