Para que ídolos se há Eurovision Song Contest?

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Final da competição musical ocorrerá dia 23 de maio e terá a presença da cantora e drag Conchita Wurst, do estilista Jean Paul Gaultier e da atriz Charlize Theron

Uma competição musical de impacto mundial, que agrega cerca de 40 países e, de quebra, é um marco no calendário LGBTT internacional. Este é o Eurovision Song Contest, que encontra-se já na 60ª edição. O evento, realizado anualmente, tem feito história tanto no que diz respeito à revelação de talentos como à projeção da comunidade gay.

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Para se ter uma ideia, a edição do ano passado teve como ganhadora a drag Conchita Wurst (famosa por seu visual maquiadíssimo e por usar barba), que arrematou o prêmio com a música “Rise like a Phoenix” e logo tornou-se conhecida nos quatro cantos do mundo.

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E as ações voltadas para a comunidade LGBTT não param por aí. Como forma de divulgação do evento, assim como do claro posicionamento da Áustria como um dos polos mundiais de liberdade e respeito para com todas as expressões da sexualidade, vários sinais de sinalização para pedestres da cidade de Viena foram programados para apresentar casais de homens ou de mulheres no lugar da típica figura sozinha e sem gênero.

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Levando em conta tudo isso, vale a pena prestigiar o festival, aqui, em streaming online no Youtube do evento, que terá sua final essa semana, dia 23 de maio, e contará com as presenças de Conchita, do estilista Jean Paul Gaultier e da atriz Charlize Theron.

Veja o vídeo da apresentação de Conchita Wurst no Eurovision Song Contest 2014:

Imagens: Facebook Eurovision / Google. 

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Escritora e jornalista, com pós-graduação em Jornalismo Cultural pela Faap.
É autora das HQs “Lina” e “Vermelho, Vivo” e tem o site de ficção “Luminescências nas Pickups”. Seu livro de contos “Roteiros para uma vida curta” ganhou Menção Honrosa no Prêmio Sesc de Literatura 2014 e, atualmente, ela se dedica a escrever o romance “Oito do Sete”.
Nas horas vagas, dialoga mentalmente com personagens em gestação.