Seriado norte-americano apresenta o amor entre mulheres na década de 60

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Apresentamos um bom motivo para assistir American Horror Story

Leitoras, vocês precisam assistir a segunda temporada da série American Horror Story, intitulada Asylum (Asilo). Ok, mesmo que não gostem de levar sustos ou de filmes / séries de terror, damos aqui um outro grande motivo para superarem seus medos: nessa temporada, o roteiro conta com um casal de lésbicas – uma delas é a  jornalista Lana (Sarah Paulson) que, para conseguir apurar uma boa notícia, está disposta a até mesmo sacrificar o seu relacionamento para que isso aconteça.

Bem, se isso ainda não as convenceu a assistirem a série, que tal saber que Sarah Paulson (que participou de Law and Order e Do Que As Mulheres Gostam) é lésbica na vida real? Ela assumiu uma relação com a atriz Cherry Jones, em 2007, que terminou em 2009, e hoje está com a atriz Diane Keaton.

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Voltando ao American Horror Story, também há vários outros motivos que fazem o seriado valer a pena. A segunda temporada, que, para alguns pode começar muito sanguinária, melhora com o decorrer dos capítulos e tem o seu ápice nos últimos dois episódios. A história segue dentro da Briarcliff Mental Institution, em Massachusetts, no ano de 1964, quando médicos e freiras trabalham na reabilitação de pacientes que, em sua maioria, têm problemas mentais e/ou cometeram crimes graves. A instituição é comandada pela freira irmã Jude (Jessica Lange) com sua fiel Mary Eunice (Lily Rabe). O interessante é que em Briarcliff – fundada pelo Monsenhor Timothy Howard (Joseph Fiennes) que contratou o cientista sanguinário Arthur Arden (James Cromwell) – acabam sendo internados na instituição três personagens “inocentes” (veja o seriado, não vamos contar todos os detalhes. Deixamos aqui essa curiosidade para que você tenha motivo para assisti-lo).

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O fato é a segunda temporada de American Horror Story conseguiu unir temas intensos e com grande destaque para o lesbianismo – do começo ao fim do seriado, com uma abordagem interessante, inteligente e preocupada em reproduzir os valores e preconceitos de uma época. Também vale a pena para conferir a atuação de Sarah como lésbica, já que, até o final do ano, ela fará o papel de amante de Cate Blanchett no filme lésbico “Carol” (dirigido por Toddy Hayness).

livro carol

O longa-metragem é a adaptação do livro “The Price of Salt” (disponível no Brasil pela Editora L&PM Pocket com título do igual ao do filme), escrito pela famosa autora de suspenses Patricia Highsmith e descreve o romance de duas personagens bastante diferentes. O livro foi sucesso em 1952, sendo o “queridinho” de mulheres que gostam de mulheres e feministas durantes décadas.

Imagens: Divulgação.

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